Secretário de Saúde
Mais uma vez, secretário Roslindo não participa de audiência da saúde
A ausência de Roslindo, segundo informações, se deu pelo fato dele estar em férias e isso mais uma vez isso frustrou a chance de muitas questões serem debatidas e esclarecidas à população.
02/03/2018 14h21Atualizado há 1 ano
Por: A Estância
Fonte: Jornal A Comarca
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Mesmo com inúmeros problemas que afetam perigosamente o setor de saúde da cidade, o secretário municipal de Saúde, Roslindo Wilson Machado, não tomou parte da audiência pública realizada na manhã de quarta-feira (28) na Câmara Municipal. A ausência de Roslindo, segundo informações, se deu pelo fato dele estar em férias e isso mais uma vez isso frustrou a chance de muitas questões serem debatidas e esclarecidas à população.

A audiência pública da saúde foi realizada para que os números do terceiro quadrimestre de 2017 fossem apresentados, relativos aos atendimentos prestados nos mais diversos setores (postos de saúde, pronto socorro, Caísma, setor de ambulâncias, etc.). A ausência do secretário Roslindo restringiu a audiência apenas à apresentação desses números, sem que houvessem perguntas direcionadas a problemas como a falta de médicos especialistas na rede municipal de saúde, que tem motivado muitas reclamações em redes sociais, ou ainda a questão das filas para exames diversos no laboratório da Santa Casa e as dificuldades de agendamentos de consultas através do caótico “disque-saúde”.

CAOS – O vereador Barreto do Mercado falou sobre o problema da falta de médicos especialistas na rede municipal. Ele disse que esteve no Postão da Rua Acre, no setor de disque-saúde, e que ficou preocupado diante das reclamações recebidas. “Se preparem, porque da forma que está indo Avaré, vai ser um caos. A maioria dos médicos está deixando a rede municipal, alguns entrando de férias, outros não vão mais prestar serviços”.

Barreto fez um levantamento e informou que a cidade possui poucos especialistas atendendo em algumas áreas, como a pediatria (apenas um para atender uma grande demanda), neurologia (também apenas um atendendo cerca de 80 consultas por mês, mas a demanda é superior), ginecologista (1), cardiologista (1 para 80 consultas mensais e com demanda também superior) e não existe um médico vascular na rede pública. “Quantas pessoas precisam trocar receitas, e isso exige uma consulta, e com esses profissionais parando imaginem como vai ser a saúde em Avaré”.

Barreto concluiu sua fala se referindo à audiência pública da saúde realizada na quarta-feira, que não contou com a presença do secretário Roslindo, que por sua vez não enviou representante para responder a essas questões.

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