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Política

24/12/2018 ás 10h42 - atualizada em 27/12/2018 ás 14h31

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A Estância

Avaré / SP

Comissão Processante apresenta relatório final e pede cassação do prefeito de Avaré por assédio moral
CP foi aberta em novembro após servidora municipal denunciar que prefeito Jô Silvestre (PTB) a transferiu de setor em retaliação ao marido que fez críticas à administração municipal.
Comissão Processante apresenta relatório final e pede cassação do prefeito de Avaré por assédio moral

A Câmara de Avaré (SP) apresentou nesta sexta-feira (21) o relatório final da Comissão Processante, que foi aberta em novembro contra o prefeito Jô Silvestre (PTB), por suposto assédio moral.


A Comissão apurou que há indícios de irregularidades na transferência de uma servidora pública de setor e pede a cassação.


Agora, uma sessão extraordinária deve ser convocada para votar o pedido de cassação do prefeito.


O presidente da Câmara Antônio Ângelo Cicirelli (PSDB) afirmou que a sessão vai analisar o caso, mas ainda não tem data definida.


Para ser cassado é necessário que 9 dos 13 vereadores votem a favor do relatório.


Em nota, o prefeito afirmou que entende a decisão dos vereadores, mas que não há provas de que tenha prejudicado a servidora.


Disse ainda que a decisão de dar continuidade a exposição do nome dele soa como um ato meramente político e que todas as denúncias de envolvimento direto de vereadores na formulação da denúncia serão encaminhadas ao Ministério Público para averiguação de possíveis crimes.


Apuração


Em novembro deste ano, a servidora municipal Priscila Pedroso Ferreira afirmou que sua transferência de setor, decidida pelo prefeito, se configurou assédio moral pois seria uma retaliação ao marido dela que criticou a administração municipal.


Com isso, uma Comissão Processante foi aberta após sete, dos 13 vereadores, aceitarem o pedido para que o caso fosse investigado.


No dia 10 de dezembro, 10 pessoas, entre elas o prefeito, foram ouvidas. A direção da Câmara não divulgou o conteúdo dos depoimentos, mas informou apenas que a defesa teve cinco dias para apresentar as alegações finais.

FONTE: G1

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