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27/04/2018 ás 16h28

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A Estância

Avaré / SP

Professores questionam possível falta de representatividade na discussão sobre o Plano de Carreira
Alguns professores questionaram os chamados “critérios” para a escolha dos representantes. Em resumo, os profissionais não desaprovam a atitude, pelo contrário, porém da forma que a Prefeitura está procedendo é que está chamando a atenção.
Professores questionam possível falta de representatividade na discussão sobre o Plano de Carreira

Publicado no último Semanário Oficial, a Resolução 003/2017, que dispõe sobre o processo de seleção dos membros indicados pelas Unidades da Rede Municipal de Ensino de Avaré para integrar equipe técnica de Revisão do Plano de Carreira e Remuneração da Educação Básica e do Estatuto de Magistério Público Municipal, determinou as regras para escolha dos membros da equipe técnica que responderá pela análise das possíveis mudanças no setor.
Alguns professores questionaram os chamados “critérios” para a escolha dos representantes. Em resumo, os profissionais não desaprovam a atitude, pelo contrário, porém da forma que a Prefeitura está procedendo é que está chamando a atenção. 
SEM PARTICIPAÇÃO – De acordo com os educadores, a Secretaria Municipal de Educação quer apenas um representante de cada segmento. “Isso torna-se inviável, pois a carreira do Magistério é muito complexa e deve ter a participação de vários membros nessa discussão”, argumenta uma professora. “Nos outros governos tivemos ampla participação, e agora parece que o atual prefeito não quer que a gente se manifeste, não quer que a gente participe...”, lamenta.
Segundo ela, já existe um movimento entre os educadores para exigir maior representatividade. “Não teve nenhuma audiência nesse governo, só essa convocação para uma eleição para formar a comissão. Um ano parado, e agora tem essa proposta de reduzir a representatividade. Não temos como concordar”, diz.
AUDIÊNCIAS – O plano de carreira municipal do Magistério e o Estatuto foram elaborados no governo de Rogélio Barcheti e aprovados em 2010. Em 2015, já no governo Poio Novaes, foi feita uma revisão em vários itens, principalmente no tocante à atribuição de aulas e progressão.
Na ocasião, foram trabalhos realizados por duas comissões de pelo menos 30 profissionais da Educação entre professores, diretores, supervisores de ensino e ADIs.
Foram realizadas duas audiências públicas na Câmara Municipal com a presença maciça dos profissionais , ocasião em que muitos temas foram discutidos, votados e alterados, de maneira a contemplar todos os segmentos.
Porém, alguns itens ficaram para ser discutidos e acertados na atual gestão, mas diante da possibilidade da redução na representatividade, vários professores estão se posicionando contrários à resolução.

FONTE: A Comarca

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