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31/03/2018 ás 13h36 - atualizada em 31/03/2018 ás 13h39

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A Estância

Avaré / SP

“Alojamento dos garis está sem condições de uso”, denuncia Sindicato
Os 13 funcionários encarregados pela varrição da cidade se utilizam de espaço existente no Largo Santa Cruz.
“Alojamento dos garis está sem condições de uso”, denuncia Sindicato

Nas próximas semanas, o Sindicato dos Servidores e Funcionários Públicos Municipais de Avaré e Região entrará com representação no Ministério Público Federal do Trabalho contra a Secretaria de Serviços da Prefeitura, atualmente gerenciada por Sérgio Aparecido Gallego Júnior. Conforme verificações da entidade classista, o departamento não está dando suporte ao ambiente de trabalho dos garis da cidade.


Os 13 funcionários encarregados pela varrição da cidade se utilizam de espaço existente no Largo Santa Cruz. No entanto, basta uma simples verificação para que se constatem suas condições sanitárias inadequadas. O aspecto de abandono do local pode ser observado, principalmente, nos dois sanitários existentes, que estão sem possibilidade de uso. “A situação chegou a um ponto que os trabalhadores são forçados a improvisar na realização de simples atividades cotidianas, como lavar suas marmitas ou fazer um café. O que chama a atenção é que as melhorias necessárias são de pequena monta, o que falta à Secretaria de Serviço é boa vontade e interesse no cotidiano de nossos trabalhadores”, destaca Leonardo do Espírito Santo, presidente do sindicato, durante visita às citadas dependências. 


Além dos sanitários, a área de descanso dos garis e a cozinha necessitam de melhorias: os dois locais estão mofados, com vidros quebrados e encanamentos entupidos; além disso, a existência de dezenas de ninhos de pombos no forro do alojamento pode causar sérios problemas em quem permanece no local por tempo prolongado.


“A Prefeitura, por meio de seu departamento competente, já deveria ter entrado em contato com a representação da Igreja (o alojamento está construído em espaço cedido pela instituição religiosa) para tentar resolver o problema; se isso não fosse possível, que encontrasse outro lugar para colocar esses trabalhadores”, frisa o sindicalista.


A representação ao Ministério Público Federal do Trabalho será encaminhada já próxima semana. Vale destacar que o primeiro pedido de providências, feito, por parte do sindicato avareense, em meados do segundo semestre do ano passado, nunca foi respondido pela Secretaria de Serviços de Avaré. 


Cadê as ferramentas?


 A representação do sindicato avareense também constatou, mais uma vez, a falta de materiais de trabalho. Reiterando o que haviam manifestado anteriormente, os servidores lembraram que algumas das vassouras e outros instrumentos utilizados nos serviços feitos nas ruas foram adquiridos pelos próprios funcionários e a outra parte, destinada pela Secretaria de Serviços, é inadequada e de baixa qualidade; a mesma secretaria não se manifesta quanto à compra e disponibilização dos Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) e uniformes com faixas refletivas necessários para a realização de atividades de risco.


“Querem eficiência dos servidores, mas eles, os responsáveis pelo serviço público, não são eficientes na manutenção das condições oferecidas aos trabalhadores”, destaca Leonardo.

FONTE: Da Assessoria de Imprensa/Sindicato dos Servidores e Funcionários Públicos Municipais de Avaré e Região.

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