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13/02/2018 ás 13h53

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A Estância

Avaré / SP

Motoristas reclamam de trecho de rodovia interditado há um mês entre Itaporanga a Coronel Macedo
Departamento de Estradas de Rodagem disse que acesso pela rodovia Jurandir Siciliano (SP-255) deve ser liberado em oito meses.
Motoristas reclamam de trecho de rodovia interditado há um mês entre Itaporanga a Coronel Macedo
Trecho da Rodovia Jurandir Siciliano foi interditado após cratera se abrir às margens da pista (Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária)

Motoristas que trafegam de Itaporanga a Coronel Macedo (SP) reclamam que há um mês precisam fazer um desvio de mais de 100 quilômetros para chegar até a cidade vizinha após a rodovia Jurandir Siciliano (SP-255), principal acesso entre os municípios, ser interditada por uma cratera que se abriu às margens da pista.




Os motoristas alegam que os serviços de reparo ficaram parados por um bom tempo e agora voltaram a ser realizados, mas de maneira lenta.



Em nota, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) informou que a rodovia foi liberada nesta segunda-feira (12) para travessia de carros pequenos, com a operação Pare e Siga. Disse ainda que a estrada vai receber melhorias no acostamento e na pista, recuperação de aterro e tubulação e que, segundo o cronograma, a obra deve durar oito meses.




Já a assessoria de imprensa da Via Paulista, concessionária que passou a administrar a rodovia em novembro do ano passado, disse que está apoiando o DER com sinalização no local e oferecendo funcionários para orientar os motoristas sobre os desvios.



Quem precisa trafegar pelo trecho para escoar a produção, como o agricultor Israel Gonzaga, está preocupado com essa demora, pois com a rodovia interditada o custo para fazer o desvio vai aumentar.




“O acesso pela rodovia até a cooperativa onde deixamos os grãos é de 40 quilômetros, já o desvio é de 163 quilômetros. O prejuízo para quem é produtor é muito grande. O lucro já é pouco e com esse gasto a mais vai embora”, lamenta.



O empresário Marcos Adriano Rodrigues tem um restaurante que fica na rodovia e conta que por causa da interdição está perdendo clientes e teme ter que demitir funcionários para cortar gastos.


“Por enquanto não precisei dispensar ninguém, mas se continuar assim infelizmente terei que tomar decisões em prol da empresa. A economia já está retraída, dai acontece isso, temos que dar uma segurada, diminuir os gastos e a mãe de obra é onde mais aberta”, conta.








FONTE: G1

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